Enquanto milhões de brasileiros lutam diariamente por dignidade, Bolsonaro, seu filho Eduardo e setores bolsonaristas seguem articulando nos bastidores contra o Brasil. Ao lado de Donald Trump, tramam sabotagens contra nossa economia, contra empresários e trabalhadores, e tentam deslegitimar nossa democracia, tudo em nome de uma só coisa: garantir a impunidade de um réu acusado de crimes gravíssimos.
As acusações contra Jair Bolsonaro são claras: deslegitimação do sistema eleitoral, estímulo à insurreição e tentativa de cooptação das Forças Armadas. Não se trata de uma reação à derrota, mas de um plano orquestrado previamente. Eduardo Bolsonaro, nesse contexto, atua como operador internacional dessa estratégia, mas não age sozinho. Ele é parte de um movimento que envolve toda a engrenagem bolsonarista, que agora começa a ruir diante das investigações e da iminência de justiça.
Foi dessa aliança com Trump que nasceram as novas tarifas que atacam diretamente o Brasil: 50% de impostos sobre nossos produtos, medidas que penalizam o povo, custam empregos e minam nossa soberania. Isso não é patriotismo, é traição.
A estratégia de Eduardo também não é consenso nem entre os próprios aliados de Bolsonaro. Há rachaduras visíveis no seu grupo político e até mesmo na sua família. Muitos discordam dos rumos tomados, temendo o custo de sustentar uma cruzada desesperada para proteger Jair Bolsonaro da responsabilização pelos crimes que cometeu.
Não podemos aceitar que políticos eleitos usem seus mandatos para servir a interesses estrangeiros e sabotar o país. É hora de reagir. É hora de dizer em alto e bom som: o Brasil não se curva à chantagem. Nossa democracia foi duramente conquistada e não será destruída por um clã de traidores.
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Porque quem ama o Brasil defende sua soberania. E exige justiça.